Busca Google. Como funciona.

Busca Google. Como funciona.

google buscador iBlueMarketing

Volume 8 Nº 1 (2018) REGEM out 2018

ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number)

por Prof. Saulo Carvalho
*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: CARVALHO, Saulo Henrique

Para aparecer na busca Google a publicidade é cirúrgica, democrática e possui excelente relação investimento retorno. O agora chamado Google Ads proporciona, quando bem gerenciado, excelentes retornos de vendas aos nossos clientes. É extremamente importante frisar que além dos investimentos em em Google Ads (SMO) é fundamental o atendimento às regras do buscador em relação às buscas orgânicas (SEO), ou seja, cuidar dos parâmetros necessários e exigidos pelo Google para que sua empresa seja relevante ao público que lhe procura. Nós, da iBlueMarketing, entendemos e tratamos as duas formas para gerar crescimento sustentável aos negócios de nossos clientes.

Prof. Saulo Carvalho

A busca do Google fez 20 anos em setembro. O mecanismo de pesquisa passou por várias mudanças, desde o lançamento do sistema em 1998. Para manter o objetivo da empresa de “organizar as informações do mundo”, o Google usa rastreadores, indexadores, algoritmos e inteligência tecnológica para encontrar os sites que tenham o melhor conteúdo para o usuário. Esse processo começa antes mesmo de digitar algo no campo de buscas e clicar em “Pesquisar”. Para fazer isso com precisão e rapidez são analisadas, de forma automática, centenas de bilhões de páginas da Internet e os resultados aparecem em cerca de meio segundo.

Mesmo sem revelar o número exato, o uso da página chega à casa dos trilhões. Além disso, o recurso de autocompletar otimiza o procedimento e economiza cerca de 200 anos de digitação por dia. Para explicar mais sobre como funciona o sistema de trabalho do Google em sua ferramenta de pesquisa, o TechTudo listou três pontos fundamentais para a Gigante de Buscas alcançar seus resultados.

Ao contrário do que pode parecer, ao pesquisar no site, o usuário não recebe conteúdos de toda a Internet. A busca é feita no índice que o Google conseguiu catalogar por meio de seus próprios mecanismos. Na prática, é quase impossível não encontrar um resultado, pois há milhões de páginas organizadas para cada consulta nessa espécie de biblioteca, com informações consideradas relevantes.

Para criar esse imenso catálogo, o Google utiliza softwares chamados de rastreadores e indexadores. Esses sistemas são responsáveis por rastrear, encontrar e armazenar páginas, identificar seus conteúdos e criar os registros de forma organizada. O objetivo é otimizar o processo e oferecer respostas cada vez mais assertivas para determinado interesse do usuário.
Essas ferramentas também são capazes de relacionar os sites através dos links que direcionam uns aos outros e assim, criar uma rede de milhões de sites interligados e armazenados em milhares de máquinas. Segundo o Gigante de Buscas, esse índice tem mais de cem milhões de gigabytes de tamanho.

Como novas páginas são publicadas a todo momento, o número de registros não para de crescer, o que demanda mais trabalho dos robôs indexadores e um maior refinamento das buscas. Diante de tanto conteúdo, são utilizadas outras ferramentas automáticas para encontrar os conteúdos mais interessantes.

Ao digitar um termo no Google, algoritmos robóticos analisam diversos fatores nos itens classificados até encontrar o melhor resultado para exibir ao usuário. São examinados quesitos como a qualidade do site, tempo de existência, procedência, quantidade de palavras-chave pesquisadas no texto, presença de sinônimos, entre outros.

Esses algoritmos são ajustados e revisados por mais de 10 mil funcionários, conhecidos como Avaliadores de Qualidade de Pesquisa. Eles seguem um conjunto de diretrizes para avaliar a exigência da apuração, na qual são considerados três tópicos: urgência, relevância e autoridade. No caso de sites de notícias, por exemplo, novas histórias podem ser adicionadas ao índice dentro de segundos após a publicação.

Os algoritmos avaliam até a localização das palavras-chave dentro do texto, como no título, no cabeçalho ou na URL, por exemplo — cada posição contribui na determinação dos resultados. Algumas empresas utilizam técnicas de SEO (Search Engine Optimization), ou Otimização de Mecanismos de Busca, em português) para aprimorar seus textos a fim de receber uma melhor classificação do Google.

A plataforma também examina o PageRank de cada página, uma fórmula própria para avaliar a importância do site de acordo com a quantidade de links externos direcionados para ele — processo realizado anteriormente pelos indexadores. Quanto mais links de endereços confiáveis o site tiver direcionado para si, melhor será a posição no ranking.

A combinação de todos esses quesitos mostrará os melhores resultados na tela. A empresa garante que a busca é imparcial e não aceita pagamento para rastrear e incluir sites no índice ou melhorar a classificação de páginas na lista — a não ser em forma de anúncios, com marcação diferenciada, e apresentados conforme os termos pesquisados.

Para entregar precisão nos resultados, o Google desenvolveu tecnologias capazes de detectar o idioma e o local de pesquisa do usuário, decifrar sequências de palavras, completar frases, interpretar erros de digitação, aplicar sinônimos e identificar se a busca é ampla ou refinada.

Os mecanismos também conseguem descobrir se a página contém itens variados correspondentes às palavras pesquisadas, e não apenas repete os termos procurados — para evitar ser literal. Além de interpretar o contexto da pesquisa de acordo com o que está as novidades no mundo naquele momento.

Da mesma forma, a plataforma se preocupa em mostrar respostas realmente úteis para os interessados. Milhares de engenheiros e cientistas trabalham para que, quando você pesquise sobre “clima”, sejam exibidas respostas com a previsão do tempo, por exemplo. O mesmo ocorre com rotas no mapa, resultados de jogos, localizações de empreendimentos e serviços do dia a dia.

O Google afirma processar trilhões de pesquisas a cada ano — 15% vem de consultas diárias inéditas — e trabalha em contínuos testes de qualidade e investimentos nos resultados de busca.

Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.

Professor Mestre Saulo Carvalho é Mestre em Gestão e Planejamento (UNITAU) stricto-sensu. Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (UMESP) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (UMESP). Admitido em regime especial ao Doutorado sobre Pesquisa Operacional (ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica e Universidade Federal de São Paulo).

Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de Administração, Marketing e Engenharia. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.

Fonte: 

https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/10/como-funciona-a-busca-do-google.ghtml

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